AsVerdadeiras HistóriasOs contos originais, em nossa língua

KHM 16

As três folhas da serpente

Irmãos Grimm

Die drei Schlangenblätter

Sobre este conto

Um jovem deixa o pai pobre, entra a serviço de um rei e conquista honras ao impedir a derrota de seu exército. Apaixona-se pela filha do soberano, que exige de qualquer marido a promessa de ser enterrado vivo com ela caso ela morra primeiro, oferecendo fazer o mesmo por ele. O jovem aceita o voto, mas uma doença da esposa põe à prova a promessa.

Personagens e estrutura
Personagens
Jovem pobre que serve na guerra, casa com a princesa e é chamado de jovem rei pelo narrador, Pai pobre do jovem, Rei, pai da princesa, Princesa que exige um voto de sepultamento conjunto, Comandante e companheiros de batalha do jovem, Guardas da cripta real, Duas serpentes, Criado fiel que guarda as três folhas, Marinheiro, cúmplice da esposa
Onde se passa
Reino em guerra, castelo e cripta real; mar atravessado em navio e pequeno barco, durante uma viagem planejada para visitar o pai do jovem.
Acontecimentos
  1. O jovem anima seus companheiros na batalha, vence o inimigo e recebe honras e tesouros do rei.
  2. Ele se casa com a princesa, aceitando ser enterrado vivo com ela se ela morrer primeiro. Quando ela morre, é encerrado na cripta com provisões limitadas.
  3. Uma serpente revive outra com três folhas. O jovem usa as folhas na boca e nos olhos da esposa, que revive; os dois são retirados da cripta.
  4. A esposa e um marinheiro lançam o marido adormecido ao mar. O criado fiel o retira morto da água e o revive com as folhas.
  5. O jovem e o criado chegam antes ao rei e se escondem. A mulher alega morte por doença, mas o pai apresenta o marido vivo e nega clemência.
Desfecho
O rei faz o jovem e o criado saírem do aposento onde estavam escondidos. A filha, ao ver o marido, cai de joelhos e pede clemência. O pai a recusa, contrapondo o sacrifício do marido ao assassinato cometido por ela. A mulher e seu cúmplice são postos num navio furado e lançados ao mar, onde logo afundam nas ondas.

Era uma vez um homem pobre que já não conseguia sustentar seu único filho. Então o filho disse: — Meu querido pai, vossa vida é tão miserável, e eu sou um peso para vós. Prefiro ir embora e ver como posso ganhar meu pão. O pai lhe deu sua bênção e se despediu dele com grande tristeza. Naquele tempo, o rei de um poderoso reino estava em guerra. O jovem entrou para seu serviço e partiu para o campo de batalha. Quando se viu diante do inimigo, travou-se uma batalha de grande perigo: choviam balas, e seus companheiros caíam por todos os lados. Quando o comandante também caiu, os outros quiseram fugir, mas o jovem se adiantou, deu-lhes coragem e gritou: — Não vamos deixar nossa pátria ser destruída! Os outros o seguiram, e ele avançou e derrotou o inimigo. Quando o rei soube que devia a vitória somente a ele, elevou-o acima de todos os outros, deu-lhe grandes tesouros e fez dele o primeiro homem do reino.

O rei tinha uma filha muito bonita, mas também muito estranha. Ela havia feito o voto de não tomar por senhor e marido quem não prometesse deixar-se enterrar vivo com ela, caso ela morresse primeiro. — Se ele me ama de todo o coração — dizia —, para que ainda lhe serviria a vida? Em troca, faria o mesmo: se ele morresse primeiro, desceria com ele à sepultura. Até então, esse estranho voto havia assustado todos os pretendentes. O jovem, porém, ficou tão encantado com a beleza dela que não deu importância a nada e pediu sua mão ao pai. — Sabes o que deves prometer? — perguntou o rei. — Devo descer com ela à sepultura se eu lhe sobreviver — respondeu ele. — Mas meu amor é tão grande que não me importo com o perigo. O rei consentiu, e o casamento foi celebrado com grande magnificência.

Viveram felizes e contentes por algum tempo. Então a jovem rainha adoeceu gravemente, e nenhum médico pôde ajudá-la. Quando ela jazia morta, o jovem rei se lembrou do que havia sido obrigado a prometer e se horrorizou com a ideia de deitar-se vivo na sepultura. Mas não havia saída: o rei mandara pôr guardas em todos os portões, e não era possível escapar ao destino. No dia em que o corpo foi depositado na cripta real, ele também foi conduzido para baixo. Depois, trancaram a porta com o ferrolho e a fecharam.

Ao lado do caixão havia uma mesa com quatro velas, quatro pães e quatro garrafas de vinho. Quando as provisões acabassem, ele teria de morrer de fome e sede. Ali ficou, cheio de dor e tristeza, comendo apenas um pedacinho de pão por dia e bebendo somente um gole de vinho, mas vendo a morte se aproximar cada vez mais. Enquanto olhava fixamente à sua frente, viu uma serpente sair rastejando de um canto da cripta e aproximar-se do cadáver. Pensando que ela vinha roê-lo, sacou a espada e disse: — Enquanto eu viver, não tocarás nela! E cortou a serpente em três pedaços. Pouco depois, uma segunda serpente saiu rastejando do canto. Ao ver a outra morta e despedaçada, voltou atrás. Logo retornou com três folhas verdes na boca. Pegou os três pedaços da serpente, dispôs cada um em seu devido lugar e pôs uma folha sobre cada ferida. Imediatamente, as partes separadas se uniram, a serpente se moveu e tornou a viver, e as duas partiram depressa juntas. As folhas ficaram no chão. Ao infeliz, que vira tudo, ocorreu que a força maravilhosa das folhas, que havia trazido a serpente de volta à vida, talvez também pudesse ajudar uma pessoa. Ele as apanhou e colocou uma sobre a boca da morta e as outras duas sobre seus olhos. Mal fizera isso, o sangue começou a correr nas veias, subiu ao rosto pálido e lhe restituiu a cor. Ela respirou, abriu os olhos e disse: — Ah, meu Deus, onde estou? — Estás comigo, querida esposa — respondeu ele. E contou tudo o que acontecera e como a havia trazido de volta à vida. Depois lhe deu um pouco de vinho e pão. Quando recuperou as forças, ela se levantou, e os dois foram até a porta, bateram e gritaram tão alto que os guardas ouviram e avisaram o rei. O próprio rei desceu e abriu a porta. Encontrou os dois vivos e saudáveis e se alegrou com eles por todo o sofrimento ter acabado. O jovem rei, porém, levou consigo as três folhas da serpente, entregou-as a um criado e disse: — Guarda-as com cuidado para mim e leva-as sempre contigo. Quem sabe em que aflição ainda poderão nos ajudar.

Mas, depois de voltar à vida, uma mudança havia ocorrido na mulher: era como se todo o amor pelo marido tivesse desaparecido de seu coração. Algum tempo depois, ele quis atravessar o mar para visitar seu velho pai. Quando embarcaram, ela se esqueceu do grande amor e da fidelidade que ele lhe demonstrara e com os quais a salvara da morte, e sentiu uma inclinação perversa pelo marinheiro. Certa vez, enquanto o jovem rei estava deitado e dormia, ela chamou o marinheiro, segurou o adormecido pela cabeça e mandou que o marinheiro o segurasse pelos pés. Assim o lançaram ao mar. Depois de cometer a infâmia, ela lhe disse: — Agora vamos voltar para casa e dizer que ele morreu no caminho. Vou te elogiar e enaltecer tanto diante de meu pai que ele me casará contigo e te fará herdeiro da coroa. Mas o fiel criado, que vira tudo, soltou sem ser notado um pequeno barco preso ao navio, entrou nele e seguiu seu senhor, deixando os traidores prosseguirem viagem. Retirou o morto da água e, com a ajuda das três folhas da serpente que trazia consigo e colocou sobre os olhos e a boca, conseguiu trazê-lo de volta à vida.

Os dois remaram com todas as forças, dia e noite, e o barquinho voava tão depressa que chegaram à presença do velho rei antes do outro navio. Ele se admirou ao vê-los chegar sozinhos e perguntou o que lhes acontecera. Quando soube da maldade da filha, disse: — Não posso acreditar que ela tenha agido tão mal, mas a verdade logo virá à luz. Mandou que os dois fossem para um aposento escondido e se mantivessem ocultos de todos. Pouco depois, o grande navio chegou, e a mulher ímpia se apresentou diante do pai com semblante triste. Ele perguntou: — Por que voltas sozinha? Onde está teu marido? — Ah, querido pai — respondeu ela —, volto para casa em grande tristeza. Meu marido adoeceu de repente durante a viagem e morreu. Se o bom marinheiro não tivesse me ajudado, eu teria passado por grandes dificuldades. Ele estava presente na hora da morte e pode vos contar tudo. O rei disse: — Vou trazer o morto de volta à vida. Abriu o aposento e mandou que os dois saíssem. Quando a mulher viu o marido, ficou como que atingida por um raio, caiu de joelhos e pediu clemência. O rei disse: — Não há clemência! Ele estava disposto a morrer contigo e te devolveu a vida; tu, porém, o mataste enquanto dormia e receberás a recompensa que mereces. Então ela e seu cúmplice foram postos num navio furado e lançados ao mar, onde logo afundaram nas ondas.


Sobre esta edição

Obra
Die drei Schlangenblätter
Autoria original
Irmãos Grimm
Texto em português
Tradução do original
Edição publicada
1.0.0
Tradução
Codex · tradução assistida por IA
Produção
Bons Filhos Educação
Revisão
Codex · revisão independente por IA
Publicação
30/10/2026
Edições e fontes

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Die drei Schlangenblätter

Kinder- und Hausmärchen · 1857 · Alemão · 7. Große Ausgabe
Volume 1. Página 88–92. Consultar esta edição ↗
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Fonte deste texto ↗

Es war einmal ein armer Mann, der konnte seinen einzigen Sohn nicht mehr ernähren. Da sprach der Sohn ‘lieber Vater, es geht euch so kümmerlich, ich falle euch zur Last, lieber will ich selbst fortgehen und sehen wie ich mein Brot verdiene.’ Da gab ihm der Vater seinen Segen und nahm mit großer Trauer von ihm Abschied. Zu dieser Zeit führte der König eines mächtigen Reichs Krieg, der Jüngling nahm Dienste bei ihm und zog mit ins Feld. Und als er vor den Feind kam, so ward eine Schlacht geliefert, und es war große Gefahr, und regnete blaue Bohnen, daß seine Kameraden von allen Seiten niederfielen. Und als auch der Anführer blieb, so wollten die übrigen die Flucht ergreifen, aber der Jüngling trat heraus, sprach ihnen Muth zu und rief ‘wir wollen unser Vaterland nicht zu Grunde gehen lassen.’ Da folgten ihm die andern, und er drang ein und schlug den Feind. Der König, als er hörte daß er ihm allein den Sieg zu danken habe, erhob ihn über alle andern, gab ihm große Schätze und machte ihn zum ersten in seinem Reich.

Der König hatte eine Tochter, die war sehr schön, aber sie war auch sehr wunderlich. Sie hatte das Gelübde gethan, keinen zum Herrn und Gemahl zu nehmen, der nicht verspräche, wenn sie zuerst stürbe, sich lebendig mit ihr begraben zu lassen. ‘Hat er mich von Herzen lieb,’ sagte sie, ‘wozu dient ihm dann noch das Leben?’ Dagegen wollte sie ein Gleiches thun, und wenn er zuerst stürbe, mit ihm in das Grab steigen. Dieses seltsame Gelübde hatte bis jetzt alle Freier abgeschreckt, aber der Jüngling wurde von ihrer Schönheit so eingenommen, daß er auf nichts achtete, sondern bei ihrem Vater um sie anhielt. ‘Weißt du auch,’ sprach der König, ‘was du versprechen mußt?’ ‘Ich muß mit ihr in das Grab gehen,’ antwortete er, ‘wenn ich sie überlebe, aber meine Liebe ist so groß, daß ich der Gefahr nicht achte.’ Da willigte der König ein, und die Hochzeit ward mit großer Pracht gefeiert.

Nun lebten sie eine Zeitlang glücklich und vergnügt mit einander, da geschah es, daß die junge Königin in eine schwere Krankheit fiel, und kein Arzt ihr helfen konnte. Und als sie todt da lag, da erinnerte sich der junge König was er hatte versprechen müssen, und es grauste ihm davor, sich lebendig in das Grab zu legen, aber es war kein Ausweg: der König hatte alle Thore mit Wachen besetzen lassen, und es war nicht möglich dem Schicksal zu entgehen. Als der Tag kam, wo die Leiche in das königliche Gewölbe beigesetzt wurde, da ward er mit hinabgeführt, und dann das Thor verriegelt und verschlossen.

Neben dem Sarg stand ein Tisch, darauf vier Lichter, vier Laibe Brot und vier Flaschen Wein. Sobald dieser Vorrath zu Ende gieng, mußte er verschmachten. Nun saß er da voll Schmerz und Trauer, aß jeden Tag nur ein Bißlein Brot, trank nur einen Schluck Wein, und sah doch wie der Tod immer näher rückte. Indem er so vor sich hinstarrte, sah er aus der Ecke des Gewölbes eine Schlange hervor kriechen, die sich der Leiche näherte. Und weil er dachte sie käme um daran zu nagen, zog er sein Schwert und sprach ‘so lange ich lebe sollst du sie nicht anrühren,’ und hieb sie in drei Stücke. Über ein Weilchen kroch eine zweite Schlange aus der Ecke hervor, als sie aber die andere todt und zerstückt liegen sah, gieng sie zurück, kam bald wieder und hatte drei grüne Blätter im Munde. Dann nahm sie die drei Stücke von der Schlange, legte sie, wie sie zusammen gehörten, und that auf jede Wunde eines von den Blättern. Alsbald fügte sich das Getrennte an einander, die Schlange regte sich und ward wieder lebendig, und beide eilten mit einander fort. Die Blätter blieben auf der Erde liegen, und dem Unglücklichen, der alles mit angesehen hatte, kam es in die Gedanken, ob nicht die wunderbare Kraft der Blätter, welche die Schlange wieder lebendig gemacht hatte, auch einem Menschen helfen könnte. Er hob also die Blätter auf und legte eins davon auf den Mund der Todten, die beiden andern auf ihre Augen. Und kaum war es geschehen, so bewegte sich das Blut in den Adern, stieg in das bleiche Angesicht und röthete es wieder. Da zog sie Athem, schlug die Augen auf und sprach ‘ach, Gott, wo bin ich?’ ‘Du bist bei mir, liebe Frau,’ antwortete er, und erzählte ihr wie alles gekommen war und er sie wieder ins Leben erweckt hatte. Dann reichte er ihr etwas Wein und Brot, und als sie wieder zu Kräften gekommen war, erhob sie sich, und sie giengen zu der Thüre, und klopften und riefen so laut daß es die Wachen hörten und dem König meldeten. Der König kam selbst herab und öffnete die Thüre, da fand er beide frisch und gesund, und freute sich mit ihnen daß nun alle Noth überstanden war. Die drei Schlangenblätter aber nahm der junge König mit, gab sie einem Diener und sprach ‘verwahre sie mir sorgfältig, und trag sie zu jeder Zeit bei dir, wer weiß in welcher Noth sie uns noch helfen können.’

Es war aber in der Frau, nachdem sie wieder ins Leben war erweckt worden, eine Veränderung vorgegangen: es war als ob alle Liebe zu ihrem Manne aus ihrem Herzen gewichen wäre. Als er nach einiger Zeit eine Fahrt zu seinem alten Vater über das Meer machen wollte und sie auf ein Schiff gestiegen waren, so vergaß sie die große Liebe und Treue, die er ihr bewiesen und womit er sie vom Tode gerettet hatte, und faßte eine böse Neigung zu dem Schiffer. Und als der junge König einmal da lag und schlief, rief sie den Schiffer herbei, und faßte den schlafenden am Kopfe, und der Schiffer mußte ihn an den Füßen fassen, und so warfen sie ihn hinab ins Meer. Als die Schandthat vollbracht war, sprach sie zu ihm ‘nun laß uns heimkehren und sagen er sei unterwegs gestorben. Ich will dich schon bei meinem Vater so herausstreichen und rühmen, daß er mich mit dir vermählt und dich zum Erben seiner Krone einsetzt.’ Aber der treue Diener, der alles mit angesehen hatte, machte unbemerkt ein kleines Schifflein von dem großen los, setzte sich hinein, schiffte seinem Herrn nach, und ließ die Verräther fortfahren. Er fischte den Todten wieder auf, und mit Hülfe der drei Schlangenblätter, die er bei sich trug, und auf die Augen und den Mund legte, brachte er ihn glücklich wieder ins Leben.

Sie ruderten beide aus allen Kräften Tag und Nacht, und ihr kleines Schiff flog so schnell dahin daß sie früher als das andere bei dem alten Könige anlangten. Er verwunderte sich als er sie allein kommen sah und fragte was ihnen begegnet wäre. Als er die Bosheit seiner Tochter vernahm, sprach er ‘ich kanns nicht glauben, daß sie so schlecht gehandelt hat, aber die Wahrheit wird bald an den Tag kommen,’ und hieß beide in eine verborgene Kammer gehen und sich vor jedermann heimlich halten. Bald hernach kam das große Schiff herangesegelt, und die gottlose Frau erschien vor ihrem Vater mit einer betrübten Miene. Er sprach ‘warum kehrst du allein zurück? wo ist dein Mann?’ ‘Ach, lieber Vater,’ antwortete sie, ‘ich komme in großer Trauer wieder heim, mein Mann ist während der Fahrt plötzlich erkrankt und gestorben, und wenn der gute Schiffer mir nicht Beistand geleistet hätte, so wäre es mir schlimm ergangen; er ist bei seinem Tode zugegen gewesen und kann euch alles erzählen.’ Der König sprach ‘ich will den Todten wieder lebendig machen’ und öffnete die Kammer, und hieß die beiden heraus gehen. Die Frau, als sie ihren Mann erblickte, war wie vom Donner gerührt, sank auf die Knie und bat um Gnade. Der König sprach ‘da ist keine Gnade, er war bereit mit dir zu sterben und hat dir dein Leben wieder gegeben, du aber hast ihn im Schlaf umgebracht, und sollst deinen verdienten Lohn empfangen.’ Da ward sie mit ihrem Helfershelfer in ein durchlöchertes Schiff gesetzt und hinaus ins Meer getrieben, wo sie bald in den Wellen versanken.

As três folhas da serpente

As Verdadeiras Histórias · edição em português · 2026 · Português brasileiro · Edição em produção
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