KHM 26
Chapeuzinho Vermelho
Rothkäppchen
Sobre este conto
Uma menina recebe da avó um chapeuzinho de veludo vermelho e passa a ser conhecida por ele. Ao levar bolo e vinho à avó doente, segue pela floresta, onde encontra um lobo sem saber que ele é perigoso. A mãe lhe dera instruções para a visita e pedira que não saísse do caminho, mas o lobo procura interessá-la pelas flores e pelos pássaros.
Personagens e estrutura
- Personagens
- Chapeuzinho Vermelho, menina que leva alimentos à avó, Mãe que orienta a menina antes da visita, Avó doente que mora na floresta, Primeiro lobo, que encontra a menina e vai à casa da avó, Caçador que passa pela casa enquanto o lobo dorme, Outro lobo, que aparece em uma visita posterior
- Onde se passa
- Aldeia e floresta; casa da avó a meia hora da aldeia, debaixo de três grandes carvalhos, perto de cercas de aveleiras; quarto com cama e cortinas; telhado e grande cocho de pedra diante da casa.
- Acontecimentos
- O primeiro lobo obtém a localização da casa e desvia a atenção da menina para as flores; vai direto à avó, engole-a e veste suas roupas.
- Chapeuzinho encontra o lobo na cama e pergunta pelas orelhas, olhos, mãos e boca; ele salta da cama e a devora.
- O caçador ouve roncos, encontra o lobo e, em vez de atirar, abre sua barriga com uma tesoura; menina e avó saem vivas.
- Chapeuzinho busca pedras grandes, com as quais enchem a barriga do lobo. Ele acorda, tenta saltar, cai com o peso e morre; o caçador leva sua pele.
- Em outra visita, outro lobo tenta desviar a menina, mas ela segue para a avó e ambas trancam a porta. Ele sobe ao telhado para esperá-la sair.
- Desfecho
- No primeiro episódio, a avó come o bolo, bebe o vinho e se recupera, enquanto Chapeuzinho decide não sair de novo sozinha do caminho quando a mãe o tiver proibido. No episódio posterior, a avó manda a menina encher um cocho com a água em que cozinhara salsichas. Atraído pelo cheiro, o outro lobo estica o pescoço, escorrega do telhado para o cocho e se afoga. Chapeuzinho volta contente para casa, sem que ninguém lhe faça mal.
Era uma vez uma menina pequena e meiga, de quem todos gostavam assim que a viam. Mas quem mais gostava dela era a avó, que nem sabia mais o que dar à criança. Certa vez, presenteou-a com um chapeuzinho de veludo vermelho. Como ele lhe ficava muito bem e ela não queria mais usar outra coisa, passou a ser chamada apenas de Chapeuzinho Vermelho. Um dia, sua mãe lhe disse: “Venha, Chapeuzinho Vermelho. Aqui estão um pedaço de bolo e uma garrafa de vinho. Leve-os à vovó. Ela está doente e fraca e vai se revigorar com eles. Saia antes que faça calor. Quando estiver lá fora, vá bem-comportada e não saia do caminho, senão você cai, quebra o vidro e a vovó fica sem nada. E, quando entrar no quarto dela, não se esqueça de dizer bom-dia, em vez de ficar primeiro espiando todos os cantos.”
“Vou fazer tudo direitinho”, disse Chapeuzinho Vermelho à mãe, dando-lhe a mão como promessa. A avó morava na floresta, a meia hora da aldeia. Quando Chapeuzinho Vermelho entrou na floresta, encontrou o lobo. Ela não sabia que animal malvado ele era e não teve medo dele. “Bom dia, Chapeuzinho Vermelho”, disse ele. “Muito obrigada, lobo.” “Aonde vai tão cedo, Chapeuzinho Vermelho?” “À casa da vovó.” “O que leva debaixo do avental?” “Bolo e vinho. Ontem fizemos uma fornada, e a vovó, que está doente e fraca, vai poder comer um pouco e se fortalecer.” “Chapeuzinho Vermelho, onde mora sua avó?” “A mais um bom quarto de hora pela floresta. A casa fica debaixo dos três grandes carvalhos. Mais abaixo estão as cercas de aveleiras. Você deve saber onde é”, disse Chapeuzinho Vermelho. O lobo pensou: “Essa criaturinha nova e tenra é um bocado gordo e vai ser ainda mais gostosa que a velha. Preciso agir com esperteza para apanhar as duas.” Andou algum tempo ao lado de Chapeuzinho Vermelho e depois disse: “Chapeuzinho Vermelho, veja as lindas flores por toda parte. Por que não olha ao redor? Acho que nem está ouvindo como os passarinhos cantam tão bonito! Vai aí tão absorta como se estivesse indo para a escola, e é tão divertido aqui fora, na floresta!”
Chapeuzinho Vermelho ergueu os olhos. Vendo como os raios de sol dançavam entre as árvores e como tudo estava cheio de lindas flores, pensou: “Se eu levar um buquê fresquinho para a vovó, ela também vai ficar contente. Ainda é tão cedo que vou chegar a tempo.” Saiu do caminho, entrou na floresta e procurou flores. Cada vez que colhia uma, achava que havia outra mais bonita adiante, corria até ela e ia entrando cada vez mais fundo na floresta. O lobo, porém, foi direto à casa da avó e bateu à porta. “Quem está aí?” “Chapeuzinho Vermelho. Estou trazendo bolo e vinho. Abra!” “É só abaixar a maçaneta”, gritou a avó. “Estou muito fraca e não consigo me levantar.” O lobo abaixou a maçaneta, a porta se abriu e ele foi direto à cama da avó, sem dizer uma palavra, e a engoliu. Depois vestiu as roupas dela, pôs sua touca, deitou-se na cama e fechou as cortinas.
Chapeuzinho Vermelho tinha andado de um lado para outro atrás das flores. Quando juntou tantas que já não podia carregar mais nenhuma, lembrou-se da avó e tomou o caminho da casa dela. Estranhou a porta aberta. Ao entrar no quarto, tudo lhe pareceu tão esquisito que pensou: “Ai, meu Deus, por que estou com tanto medo hoje, se sempre gosto tanto de ficar com a vovó?” Disse “bom-dia”, mas não recebeu resposta. Foi então até a cama e abriu as cortinas. Lá estava a avó, com a touca puxada bem para baixo sobre o rosto, com uma aparência muito estranha. “Ora, vovó, que orelhas grandes você tem!” “É para ouvir você melhor.” “Ora, vovó, que olhos grandes você tem!” “É para ver você melhor.” “Ora, vovó, que mãos grandes você tem!” “É para agarrar você melhor.” “Mas, vovó, que boca terrivelmente grande você tem!” “É para comer você melhor.” Mal o lobo disse isso, saltou da cama e devorou a pobre Chapeuzinho Vermelho.
Depois de saciar seu apetite, o lobo se deitou de novo na cama, adormeceu e começou a roncar muito alto. O caçador passava pela casa e pensou: “Como essa velha está roncando! Preciso ver se há alguma coisa errada com ela.” Entrou no quarto e, ao chegar à cama, viu o lobo deitado. “Então encontro você aqui, velho pecador!”, disse. “Há muito tempo ando à sua procura.” Ia apontar a espingarda, mas lhe ocorreu que o lobo podia ter comido a avó e que ainda seria possível salvá-la. Não atirou. Pegou uma tesoura e começou a cortar a barriga do lobo adormecido. Depois de alguns cortes, viu brilhar o chapeuzinho vermelho. Mais alguns cortes, e a menina saltou para fora, exclamando: “Ah, que medo eu tive! Como estava escuro dentro da barriga do lobo!” A velha avó também saiu viva, mal conseguindo respirar. Chapeuzinho Vermelho foi buscar depressa pedras grandes, com as quais encheram a barriga do lobo. Quando ele acordou, quis sair saltando, mas as pedras eram tão pesadas que ele caiu imediatamente e morreu com a queda.
Os três ficaram contentes. O caçador tirou a pele do lobo e a levou para casa. A avó comeu o bolo e bebeu o vinho que Chapeuzinho Vermelho lhe trouxera e recuperou as forças. Chapeuzinho Vermelho, por sua vez, pensou: “Nunca mais na vida vou sair sozinha do caminho para entrar na floresta quando minha mãe tiver me proibido.”
Conta-se também que, certa vez, quando Chapeuzinho Vermelho levava de novo algo assado à velha avó, outro lobo falou com ela e tentou desviá-la do caminho. Mas Chapeuzinho Vermelho tomou cuidado, seguiu em frente e contou à avó que encontrara o lobo. Ele lhe desejara bom dia, mas a olhara com olhos tão malvados que ela disse: “Se não fosse em plena estrada, ele teria me comido.” “Venha”, disse a avó, “vamos trancar a porta para que ele não possa entrar.” Pouco depois, o lobo bateu e gritou: “Abra, vovó! Sou Chapeuzinho Vermelho, estou trazendo algo assado.” Elas ficaram em silêncio e não abriram a porta. O lobo de cabeça grisalha rondou a casa algumas vezes, acabou pulando no telhado e quis esperar até Chapeuzinho Vermelho voltar para casa à noite. Então a seguiria de mansinho e a comeria no escuro. Mas a avó percebeu o que ele tinha em mente. Diante da casa havia um grande cocho de pedra. Ela disse à criança: “Pegue o balde, Chapeuzinho Vermelho. Ontem cozinhei salsichas. Leve para o cocho a água em que elas foram cozidas.” Chapeuzinho Vermelho carregou água até encher completamente aquele cocho grande, grande. O cheiro das salsichas subiu até o nariz do lobo. Ele farejou e olhou para baixo. Por fim, esticou tanto o pescoço que não conseguiu mais se segurar e começou a escorregar. Escorregou do telhado direto para dentro do grande cocho e se afogou. Chapeuzinho Vermelho voltou contente para casa, e ninguém lhe fez mal algum.
Sobre esta edição
- Obra
- Rothkäppchen
- Autoria original
- Irmãos Grimm
- Texto em português
- Tradução do original
- Edição publicada
- 1.0.0
- Tradução
- Codex · tradução assistida por IA
- Produção
- Bons Filhos Educação
- Revisão
- Codex · revisão independente por IA
- Publicação
- 30/10/2026
Edições e fontes
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Rothkäppchen
Ler o original em alemão
Es war einmal eine kleine süße Dirne, die hatte jedermann lieb, der sie nur ansah, am allerliebsten aber ihre Großmutter, die wußte gar nicht was sie alles dem Kinde geben sollte. Einmal schenkte sie ihm ein Käppchen von rothem Sammet, und weil ihm das so wohl stand, und es nichts anders mehr tragen wollte, hieß es nur das Rothkäppchen. Eines Tages sprach seine Mutter zu ihm ‘komm, Rothkäppchen, da hast du ein Stück Kuchen und eine Flasche Wein, bring das der Großmutter hinaus; sie ist krank und schwach und wird sich daran laben. Mach dich auf bevor es heiß wird, und wenn du hinaus kommst, so geh hübsch sittsam und lauf nicht vom Weg ab, sonst fällst du und zerbrichst das Glas und die Großmutter hat nichts. Und wenn du in ihre Stube kommst, so vergiß nicht guten Morgen zu sagen und guck nicht erst in alle Ecken herum.’
‘Ich will schon alles gut machen’ sagte Rothkäppchen zur Mutter, und gab ihr die Hand darauf. Die Großmutter aber wohnte draußen im Wald, eine halbe Stunde vom Dorf. Wie nun Rothkäppchen in den Wald kam, begegnete ihm der Wolf. Rothkäppchen aber wußte nicht was das für ein böses Thier war und fürchtete sich nicht vor ihm. ‘Guten Tag, Rothkäppchen,’ sprach er. ‘Schönen Dank, Wolf.’ ‘Wo hinaus so früh, Rothkäppchen?’ ‘Zur Großmutter.’ ‘Was trägst du unter der Schürze?’ ‘Kuchen und Wein: gestern haben wir gebacken, da soll sich die kranke und schwache Großmutter etwas zu gut thun, und sich damit stärken.’ ‘Rothkäppchen, wo wohnt deine Großmutter?’ ‘Noch eine gute Viertelstunde weiter im Wald, unter den drei großen Eichbäumen, da steht ihr Haus, unten sind die Nußhecken, das wirst du ja wissen’ sagte Rothkäppchen. Der Wolf dachte bei sich ‘das junge zarte Ding, das ist ein fetter Bissen, der wird noch besser schmecken als die Alte: du mußt es listig anfangen, damit du beide erschnappst.’ Da gieng er ein Weilchen neben Rothkäppchen her, dann sprach er ‘Rothkäppchen, sieh einmal die schönen Blumen, die rings umher stehen, warum guckst du dich nicht um? ich glaube, du hörst gar nicht, wie die Vöglein so lieblich singen? du gehst ja für dich hin als wenn du zur Schule giengst, und ist so lustig haußen in dem Wald.’
Rothkäppchen schlug die Augen auf, und als es sah wie die Sonnenstrahlen durch die Bäume hin und her tanzten, und alles voll schöner Blumen stand, dachte es ‘wenn ich der Großmutter einen frischen Strauß mitbringe, der wird ihr auch Freude machen; es ist so früh am Tag, daß ich doch zu rechter Zeit ankomme;’ lief vom Wege ab in den Wald hinein und suchte Blumen. Und wenn es eine gebrochen hatte, meinte es weiter hinaus stände eine schönere, und lief darnach, und gerieth immer tiefer in den Wald hinein. Der Wolf aber gieng geradeswegs nach dem Haus der Großmutter, und klopfte an die Thüre. ‘Wer ist draußen?’ ‘Rothkäppchen, das bringt Kuchen und Wein, mach auf.’ ‘Drück nur auf die Klinke,’ rief die Großmutter, ‘ich bin zu schwach und kann nicht aufstehen.’ Der Wolf drückte auf die Klinke, die Thüre sprang auf und er gieng, ohne ein Wort zu sprechen, gerade zum Bett der Großmutter und verschluckte sie. Dann that er ihre Kleider an, setzte ihre Haube auf, legte sich in ihr Bett und zog die Vorhänge vor.
Rothkäppchen aber war nach den Blumen herum gelaufen, und als es so viel zusammen hatte, daß es keine mehr tragen konnte, fiel ihm die Großmutter wieder ein und es machte sich auf den Weg zu ihr. Es wunderte sich daß die Thüre aufstand, und wie es in die Stube trat, so kam es ihm so seltsam darin vor, daß es dachte ‘ei, du mein Gott, wie ängstlich wird mirs heute zu Muth, und bin sonst so gerne bei der Großmutter!’ Es rief ‘guten Morgen,’ bekam aber keine Antwort. Darauf gieng es zum Bett und zog die Vorhänge zurück: da lag die Großmutter, und hatte die Haube tief ins Gesicht gesetzt und sah so wunderlich aus. ‘Ei, Großmutter, was hast du für große Ohren!’ ‘Daß ich dich besser hören kann.’ ‘Ei, Großmutter, was hast du für große Augen!’ ‘Daß ich dich besser sehen kann.’ ‘Ei, Großmutter, was hast du für große Hände!’ ‘Daß ich dich besser packen kann.’ ‘Aber, Großmutter, was hast du für ein entsetzlich großes Maul!’ ‘Daß ich dich besser fressen kann.’ Kaum hatte der Wolf das gesagt, so that er einen Satz aus dem Bette und verschlang das arme Rothkäppchen.
Wie der Wolf sein Gelüsten gestillt hatte, legte er sich wieder ins Bett, schlief ein und fieng an überlaut zu schnarchen. Der Jäger gieng eben an dem Haus vorbei und dachte ‘wie die alte Frau schnarcht, du mußt doch sehen, ob ihr etwas fehlt.’ Da trat er in die Stube, und wie er vor das Bette kam, so sah er daß der Wolf darin lag. ‘Finde ich dich hier, du alter Sünder,’ sagte er, ‘ich habe dich lange gesucht.’ Nun wollte er seine Büchse anlegen, da fiel ihm ein der Wolf könnte die Großmutter gefressen haben, und sie wäre noch zu retten: schoß nicht, sondern nahm eine Schere und fieng an dem schlafenden Wolf den Bauch aufzuschneiden. Wie er ein paar Schnitte gethan hatte, da sah er das rothe Käppchen leuchten, und noch ein paar Schnitte, da sprang das Mädchen heraus und rief ‘ach, wie war ich erschrocken, wie wars so dunkel in dem Wolf seinem Leib!’ Und dann kam die alte Großmutter auch noch lebendig heraus und konnte kaum athmen. Rothkäppchen aber holte geschwind große Steine, damit füllten sie dem Wolf den Leib, und wie er aufwachte, wollte er fortspringen, aber die Steine waren so schwer, daß er gleich niedersank und sich todt fiel.
Da waren alle drei vergnügt; der Jäger zog dem Wolf den Pelz ab und gieng damit heim, die Großmutter aß den Kuchen und trank den Wein den Rothkäppchen gebracht hatte, und erholte sich wieder, Rothkäppchen aber dachte ‘du willst dein Lebtag nicht wieder allein vom Wege ab in den Wald laufen, wenn dirs die Mutter verboten hat.’
Es wird auch erzählt, daß einmal, als Rothkäppchen der alten Großmutter wieder Gebackenes brachte, ein anderer Wolf ihm zugesprochen und es vom Wege habe ableiten wollen. Rothkäppchen aber hütete sich und gieng gerade fort seines Wegs und sagte der Großmutter daß es dem Wolf begegnet wäre, der ihm guten Tag gewünscht, aber so bös aus den Augen geguckt hätte: ‘wenns nicht auf offner Straße gewesen wäre, er hätte mich gefressen.’ ‘Komm,’ sagte die Großmutter, ‘wir wollen die Thüre verschließen, daß er nicht herein kann.’ Bald darnach klopfte der Wolf an und rief ‘mach auf, Großmutter, ich bin das Rothkäppchen, ich bring dir Gebackenes.’ Sie schwiegen aber still und machten die Thüre nicht auf: da schlich der Graukopf etlichemal um das Haus, sprang endlich aufs Dach und wollte warten bis Rothkäppchen Abends nach Haus gienge, dann wollte er ihm nachschleichen und wollts in der Dunkelheit fressen. Aber die Großmutter merkte was er im Sinn hatte. Nun stand vor dem Haus ein großer Steintrog, da sprach sie zu dem Kind ‘nimm den Eimer, Rothkäppchen, gestern hab ich Würste gekocht, da trag das Wasser, worin sie gekocht sind, in den Trog.’ Rothkäppchen trug so lange, bis der große große Trog ganz voll war. Da stieg der Geruch von den Würsten dem Wolf in die Nase, er schnupperte und guckte hinab, endlich machte er den Hals so lang, daß er sich nicht mehr halten konnte und anfieng zu rutschen: so rutschte er vom Dach herab, gerade in den großen Trog hinein und ertrank. Rothkäppchen aber gieng fröhlich nach Haus, und that ihm niemand etwas zu Leid.
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