EK 149
Dance, dance, minha boneca!
"Dandse, dandse Dukke min!"
Sobre este conto
A pequena Amalie aprende com um estudante uma cantiga para suas bonecas, enquanto tia Malle considera a conversa dele inadequada para crianças.
Personagens e estrutura
- Personagens
- Amalie, menina de três anos, Tia Malle, Um estudante que dá lições aos irmãos de Amalie, Três bonecas, entre elas a velha Lise
- Onde se passa
- A casa de Amalie, onde ela brinca com suas três bonecas e recebe a companhia de um estudante.
- Acontecimentos
- Tia Malle diz que a cantiga é para crianças muito pequenas e que não consegue acompanhá-la.
- Amalie brinca com bonecas e pretende educá-las para serem tão sabidas quanto a tia.
- O estudante conversa com a menina e suas bonecas de um modo que a diverte, mas a tia desaprova.
- Amalie aprende de cor a cantiga composta pelo estudante e a canta às três bonecas.
- A cantiga descreve um cavalheiro e uma senhorita, a velha Lise com cabelo novo de linho e a dança dos três.
- Desfecho
- As bonecas, Amalie e o estudante entendem a cantiga; tia Malle a chama de tolice. Amalie continua a cantá-la, e o narrador afirma que a recebeu dela.
— Sim, isso é uma cantiga para crianças muito pequenas! — garantiu tia Malle. — Nem com a melhor vontade consigo acompanhar esse “Dance, dance, minha boneca!”
Mas a pequena Amalie conseguia; tinha só três anos, brincava com bonecas e as educava para ficarem tão sabidas quanto tia Malle.
Um estudante vinha à casa dar lições aos irmãos; conversava muito com a pequena Amalie e suas bonecas, falava de um jeito completamente diferente de todos os outros. A menina achava aquilo tão divertido! No entanto, tia Malle dizia que ele não sabia lidar com crianças; aquelas cabecinhas não podiam compreender tanta conversa. A pequena Amalie podia, sim; chegou até a aprender de cor, com o estudante, a cantiga inteira: “Dance, dance, minha boneca!” E a cantava para suas três bonecas: duas eram novas, uma era uma senhorita e a outra um homem, mas a terceira boneca era velha e se chamava Lise. Ela também ouvia a cantiga e fazia parte dela.
Dance, dance, minha boneca!
Ora, como a senhorita é elegante!
O cavalheiro também,
usa chapéu e luvas,
calças brancas, casaca azul,
um calo no dedão do pé.
Ele é elegante, ela é elegante,
dance, dance, minha boneca!
Aqui está a velha mamãe Lise!
É uma boneca do ano passado;
o cabelo é novo, é de linho,
a testa foi lavada com manteiga;
está bem jovem outra vez.
Venha junto, minha velha amiga!
Vocês três vão dançar.
Vale a pena pagar para ver.
Dance, dance, minha boneca!
Faça os passos certos da dança!
Pé para fora, fique ereta,
assim você é tão meiga e esbelta!
Faça reverência, gire, rodopie,
isso faz muitíssimo bem!
É uma graça de se ver.
Vocês três são tão meigos!
E as bonecas entendiam a cantiga, a pequena Amalie a entendia, o estudante a entendia; afinal, ele mesmo a compusera e dizia que era excelente. Só tia Malle não a entendia; já havia passado para o outro lado da cerca da meninice.
— Tolice! — dizia ela.
Mas a pequena Amalie não era assim: ela canta a cantiga.
Foi dela que a recebemos.
Sobre esta edição
- Obra
- "Dandse, dandse Dukke min!"
- Autoria original
- Hans Christian Andersen
- Texto em português
- Tradução do original
- Edição publicada
- 1.0.0
- Tradução
- Codex · tradução assistida por IA
- Revisão
- Codex · revisão independente por IA
- Produção
- Bons Filhos Educação
- Publicação
- 30/10/2026
Edições e fontes
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„Danse, danse, Dukke min!“
Dance, dance, minha boneca!
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