AsVerdadeiras HistóriasOs contos originais, em nossa língua

KHM 1

O rei sapo ou Henrique de Ferro

Irmãos Grimm

Der Froschkönig oder der eiserne Heinrich

Sobre este conto

Uma filha de rei costuma brincar com uma bola de ouro junto a um poço na floresta. Quando a bola cai na água e desaparece, um sapo oferece recuperá-la em troca de afeto e companhia: quer comer à sua mesa, beber do seu copo e dormir na sua cama. Ela promete o que ele pede, mas corre para casa assim que recebe a bola. No dia seguinte, o sapo aparece à porta do castelo.

Personagens e estrutura
Personagens
Filha mais nova do rei, Rei, pai da princesa, Sapo que se revela filho de rei e depois é chamado jovem rei, Fiel Henrique, criado do jovem rei, Bruxa má, mencionada no relato do encantamento, Pessoas da corte reunidas à mesa
Onde se passa
Castelo de um rei e uma floresta grande e escura nas proximidades; poço profundo sob uma velha tília, mesa da corte, quarto com cama de seda e estrada percorrida pela carruagem rumo ao reino do príncipe.
Acontecimentos
  1. A bola de ouro cai no poço. O sapo a recupera após obter a promessa de afeto, companhia, mesa, copo e cama; a princesa pega a bola, corre para casa e se esquece dele.
  2. O sapo sobe a escadaria de mármore e bate à porta. A princesa relata o acordo; depois da segunda batida e dos versos, o rei manda que ela cumpra a promessa e abra.
  3. O sapo come do prato dela e exige dormir em sua cama. Após a repreensão do rei, ela o leva com dois dedos para o quarto. Quando ele exige subir à cama, ela o atira contra a parede.
  4. Ao cair, ele é um filho de rei. Torna-se companheiro e marido por vontade do pai dela e conta o encantamento por uma bruxa. Planejam ir ao reino dele e os dois adormecem.
  5. Na manhã seguinte chega uma carruagem com oito cavalos brancos. Henrique, que pusera três cintas de ferro ao redor do coração por tristeza com o encantamento, acomoda os dois e fica atrás.
  6. Durante o trajeto, três estalos fazem o príncipe pensar que a carruagem está quebrando. Henrique explica que se soltam as cintas de seu coração porque o senhor está livre e feliz.
Desfecho
O arremesso contra a parede é seguido pela transformação do sapo em filho de rei. Ele se torna companheiro e marido da princesa por vontade do pai dela e relata ter sido enfeitiçado por uma bruxa. Depois de dormirem, partem pela manhã numa carruagem puxada por oito cavalos brancos. O fiel Henrique, criado do jovem rei, colocara três cintas de ferro ao redor do coração para que não se partisse de tristeza. Quando ouvem um estalo, o príncipe pensa que a carruagem quebra; Henrique responde em versos que é uma cinta de seu coração. O som se repete mais duas vezes. São as cintas que se soltam, porque seu senhor está livre do feitiço e feliz.

Nos tempos antigos, quando desejar ainda adiantava, vivia um rei cujas filhas eram todas bonitas. Mas a mais nova era tão bonita que até o próprio sol, que já vira tantas coisas, se admirava sempre que iluminava seu rosto. Perto do castelo do rei havia uma floresta grande e escura; nessa floresta, debaixo de uma velha tília, ficava um poço. Quando o dia estava muito quente, a filha do rei ia à floresta e se sentava à beira do poço fresco. Quando sentia tédio, pegava uma bola de ouro, jogava-a para o alto e tornava a apanhá-la; era seu brinquedo predileto.

Certa vez aconteceu que a bola de ouro da filha do rei não caiu na mãozinha que ela erguera, mas passou ao lado, bateu no chão e rolou direto para dentro da água. A filha do rei a acompanhou com os olhos, mas a bola desapareceu, e o poço era profundo, tão profundo que não se via o fundo. Então ela começou a chorar, chorou cada vez mais alto e não conseguia se consolar. Enquanto se lamentava assim, alguém lhe gritou: “O que você tem, filha do rei? Está gritando de fazer até uma pedra sentir pena.” Ela olhou ao redor para saber de onde vinha a voz e avistou um sapo que esticava para fora da água sua cabeça grossa e feia. “Ah, é você, velho chapinhador!”, disse ela. “Estou chorando pela minha bola de ouro, que caiu lá no fundo do poço.” “Fique quieta e não chore”, respondeu o sapo. “Posso dar um jeito, mas o que você me dará se eu trouxer seu brinquedo de volta?” “O que você quiser, querido sapo”, disse ela. “Minhas roupas, minhas pérolas e pedras preciosas, e até a coroa de ouro que uso.” O sapo respondeu: “Não quero suas roupas, suas pérolas e pedras preciosas, nem sua coroa de ouro. Mas, se quiser me querer bem e me deixar ser seu companheiro e amigo de brincadeiras, sentar ao seu lado à sua mesinha, comer do seu pratinho de ouro, beber do seu copinho e dormir na sua caminha, se me prometer isso, descerei e trarei de volta a sua bola de ouro.” “Ah, sim”, disse ela. “Prometo tudo o que você quiser, contanto que me traga a bola.” Mas pensava: “Que bobagens esse sapo simplório está dizendo! Fica na água entre os da sua espécie e coaxa; não pode ser companheiro de nenhum ser humano.”

Depois de receber a promessa, o sapo mergulhou a cabeça, desceu e, passado um tempinho, voltou nadando para cima, com a bola na boca, e a jogou na relva. A filha do rei ficou cheia de alegria ao rever seu belo brinquedo, apanhou-o e saiu correndo com ele. “Espere, espere!”, gritou o sapo. “Leve-me junto! Não consigo correr como você.” Mas de que adiantou ele gritar atrás dela seu coax-coax o mais alto que pôde? Ela não lhe deu ouvidos, correu para casa e logo se esqueceu do pobre sapo, que teve de voltar ao fundo de seu poço.

No dia seguinte, quando ela se sentara à mesa com o rei e toda a gente da corte e comia do seu pratinho de ouro, algo veio subindo de rastos pela escadaria de mármore, plitch-platch, plitch-platch. Ao chegar em cima, bateu à porta e chamou: “Filha mais nova do rei, abra para mim.” Ela correu para ver quem estava lá fora, mas, quando abriu, o sapo estava diante da porta. Fechou-a depressa, tornou a sentar-se à mesa e ficou muito assustada. O rei percebeu como seu coração batia forte e disse: “Minha filha, do que você tem medo? Por acaso há um gigante à porta querendo levá-la?” “Ah, não”, respondeu ela. “Não é um gigante, é um sapo nojento.” “O que o sapo quer de você?” “Ah, querido pai, ontem, quando eu estava sentada na floresta, junto ao poço, brincando, minha bola de ouro caiu na água. Como eu chorava tanto, o sapo a trouxe de volta, e, porque insistiu muito, prometi que ele seria meu companheiro. Mas nunca imaginei que pudesse sair da sua água. Agora está lá fora e quer entrar para ficar comigo.” Nesse instante bateu pela segunda vez e chamou:

“Filha mais nova do rei,
abra para mim.
Não se lembra do que ontem
você me disse
junto à água fresca do poço?
Filha mais nova do rei,
abra para mim.”

Então o rei disse: “O que você prometeu também tem de cumprir; vá e abra para ele.” Ela foi e abriu a porta; o sapo entrou aos pulos, sempre atrás dos seus pés, até sua cadeira. Ali ficou e gritou: “Levante-me até você.” Ela hesitou, até que por fim o rei ordenou. Depois de chegar à cadeira, o sapo quis subir à mesa e, quando estava lá, disse: “Agora aproxime de mim seu pratinho de ouro, para comermos juntos.” Ela o fez, mas era bem visível que não fazia de boa vontade. O sapo comeu com gosto, mas a ela quase cada bocadinho ficava preso na garganta. Por fim ele disse: “Já comi até ficar satisfeito e estou cansado. Agora me leve ao seu quartinho e prepare sua caminha de seda, pois vamos nos deitar para dormir.” A filha do rei começou a chorar e ficou com medo daquele sapo frio em que não tinha coragem de tocar e que agora dormiria na sua bela caminha limpa. Mas o rei se zangou e disse: “Não despreze depois quem a ajudou quando estava em apuros.” Então ela o pegou com dois dedos, levou-o para cima e o pôs num canto. Mas, quando estava deitada na cama, ele veio se arrastando e disse: “Estou cansado e quero dormir tão bem quanto você. Ponha-me aí em cima, ou conto ao seu pai.” Aí ela ficou furiosa, ergueu-o e o atirou com todas as forças contra a parede. “Agora vai ficar quieto, seu sapo nojento!”

Mas, quando ele caiu, já não era sapo, e sim um filho de rei, com olhos bonitos e bondosos. Agora ele era, por vontade do pai dela, seu querido companheiro e marido. Contou-lhe que uma bruxa má o enfeitiçara e que ninguém, a não ser ela, poderia tê-lo libertado do poço; no dia seguinte iriam juntos para o seu reino. Então adormeceram. Na manhã seguinte, quando o sol os acordou, chegou uma carruagem puxada por oito cavalos brancos, com plumas brancas de avestruz na cabeça e correntes de ouro nos arreios. Atrás estava o criado do jovem rei: era o fiel Henrique. O fiel Henrique ficara tão triste quando seu senhor fora transformado em sapo que mandara colocar três cintas de ferro ao redor do coração, para que não se partisse de dor e tristeza. A carruagem viera buscar o jovem rei para levá-lo ao seu reino. O fiel Henrique ergueu os dois para dentro, tornou a ficar em pé atrás e estava cheio de alegria pela libertação. Depois que haviam percorrido um trecho do caminho, o filho do rei ouviu um estalo atrás de si, como se alguma coisa tivesse se quebrado. Virou-se e gritou:

“Henrique, a carruagem está se quebrando!”
“Não, senhor, a carruagem não:
é uma cinta do meu coração,
que estava em grande dor,
quando no poço estáveis,
quando uma Fretsche (sapo) fostes (éreis).”

Mais uma vez e ainda outra ouviu-se um estalo pelo caminho, e o filho do rei sempre achava que a carruagem estava se quebrando. Mas eram apenas as cintas que se soltavam do coração do fiel Henrique, porque seu senhor estava livre do feitiço e feliz.


Sobre esta edição

Obra
Der Froschkönig oder der eiserne Heinrich
Autoria original
Irmãos Grimm
Texto em português
Tradução do original
Edição publicada
1.0.1
Tradução
Codex · tradução assistida por IA
Revisão
Codex · revisão independente por IA
Produção
Bons Filhos Educação
Publicação
30/10/2026
Edições e fontes

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Der Froschkönig oder der eiserne Heinrich

Kinder- und Hausmärchen · 1857 · Alemão · 7. Große Ausgabe
Volume 1. Página 1–5. Consultar esta edição ↗
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Fonte deste texto ↗

In den alten Zeiten, wo das Wünschen noch geholfen hat, lebte ein König, dessen Töchter waren alle schön, aber die jüngste war so schön, daß die Sonne selber, die doch so vieles gesehen hat, sich verwunderte so oft sie ihr ins Gesicht schien. Nahe bei dem Schlosse des Königs lag ein großer dunkler Wald; und in dem Walde unter einer alten Linde war ein Brunnen: wenn nun der Tag recht heiß war, so ging das Königskind hinaus in den Wald und setzte sich an den Rand des kühlen Brunnens: und wenn sie Langeweile hatte, so nahm sie eine goldene Kugel, warf sie in die Höhe und fieng sie wieder; und das war ihr liebstes Spielwerk.

Nun trug es sich einmal zu, daß die goldene Kugel der Königstochter nicht in ihr Händchen fiel, das sie in die Höhe gehalten hatte, sondern vorbei auf die Erde schlug und geradezu ins Wasser hinein rollte. Die Königstochter folgte ihr mit den Augen nach, aber die Kugel verschwand, und der Brunnen war tief, so tief daß man keinen Grund sah. Da fieng sie an zu weinen und weinte immer lauter und konnte sich gar nicht trösten. Und wie sie so klagte, rief ihr jemand zu „was hast du vor, Königstochter, du schreist ja daß sich ein Stein erbarmen möchte.“ Sie sah sich um, woher die Stimme käme, da erblickte sie einen Frosch, der seinen dicken häßlichen Kopf aus dem Wasser streckte. „Ach, du bists, alter Wasserpatscher,“ sagte sie, „ich weine über meine goldene Kugel, die mir in den Brunnen hinab gefallen ist.“ „Sei still und weine nicht“, antwortete der Frosch, „ich kann wohl Rath schaffen, aber was gibst du mir, wenn ich dein Spielwerk wieder heraufhole?“ „Was du haben willst, lieber Frosch,“ sagte sie, „meine Kleider, meine Perlen und Edelsteine, auch noch die goldene Krone, die ich trage.“ Der Frosch antwortete „deine Kleider, deine Perlen und Edelsteine, und deine goldene Krone, die mag ich nicht: aber wenn du mich lieb haben willst, und ich soll dein Geselle und Spielkamerad sein, an deinem Tischlein neben dir sitzen, von deinem goldenen Tellerlein essen, aus deinem Becherlein trinken, in deinem Bettlein schlafen: wenn du mir das versprichst, so will ich hinunter steigen und dir die goldene Kugel wieder herauf holen.“ „Ach ja,“ sagte sie, „ich verspreche dir alles, was du willst, wenn du mir nur die Kugel wieder bringst.“ Sie dachte aber „was der einfältige Frosch schwätzt, der sitzt im Wasser bei seines Gleichen und quackt, und kann keines Menschen Geselle sein.“

Der Frosch, als er die Zusage erhalten hatte, tauchte seinen Kopf unter, sank hinab und über ein Weilchen kam er wieder herauf gerudert, hatte die Kugel im Maul und warf sie ins Gras. Die Königstochter war voll Freude, als sie ihr schönes Spielwerk wieder erblickte, hob es auf und sprang damit fort. „Warte, warte,“ rief der Frosch, „nimm mich mit, ich kann nicht so laufen wie du.“ Aber was half ihm daß er ihr sein quack quack so laut nachschrie als er konnte! sie hörte nicht darauf, eilte nach Haus und hatte bald den armen Frosch vergessen, der wieder in seinen Brunnen hinab steigen mußte.

Am andern Tage, als sie mit dem König und allen Hofleuten sich zur Tafel gesetzt hatte und von ihrem goldenen Tellerlein aß, da kam, plitsch platsch, plitsch platsch, etwas die Marmortreppe herauf gekrochen, und als es oben angelangt war, klopfte es an der Thür und rief „Königstochter, jüngste, mach mir auf.“ Sie lief und wollte sehen wer draußen wäre, als sie aber aufmachte, so saß der Frosch davor. Da warf sie die Thür hastig zu, setzte sich wieder an den Tisch, und war ihr ganz angst. Der König sah wohl daß ihr das Herz gewaltig klopfte und sprach „mein Kind, was fürchtest du dich, steht etwa ein Riese vor der Thür und will dich holen?“ „Ach nein,“ antwortete sie, „es ist kein Riese, sondern ein garstiger Frosch.“ „Was will der Frosch von dir?“ „Ach lieber Vater, als ich gestern im Wald bei dem Brunnen saß und spielte, da fiel meine goldene Kugel ins Wasser. Und weil ich so weinte, hat sie der Frosch wieder heraufgeholt, und weil er es durchaus verlangte, so versprach ich ihm er sollte mein Geselle werden, ich dachte aber nimmermehr daß er aus seinem Wasser heraus könnte. Nun ist er draußen und will zu mir herein.“ Indem klopfte es zum zweitenmal und rief

„Königstochter, jüngste,
mach mir auf,
weißt du nicht was gestern
du zu mir gesagt
bei dem kühlen Brunnenwasser?
Königstochter, jüngste,
mach mir auf.“

Da sagte der König „was du versprochen hast, das mußt du auch halten; geh nur und mach ihm auf.“ Sie gieng und öffnete die Thüre, da hüpfte der Frosch herein, ihr immer auf dem Fuße nach, bis zu ihrem Stuhl. Da saß er und rief „heb mich herauf zu dir.“ Sie zauderte bis es endlich der König befahl. Als der Frosch erst auf dem Stuhl war, wollte er auf den Tisch, und als er da saß, sprach er „nun schieb mir dein goldenes Tellerlein näher, damit wir zusammen essen.“ Das that sie zwar, aber man sah wohl daß sies nicht gerne that. Der Frosch ließ sichs gut schmecken, aber ihr blieb fast jedes Bißlein im Halse. Endlich sprach er „ich habe mich satt gegessen, und bin müde, nun trag mich in dein Kämmerlein und mach dein seiden Bettlein zurecht, da wollen wir uns schlafen legen.“ Die Königstochter fieng an zu weinen und fürchtete sich vor dem kalten Frosch, den sie nicht anzurühren getraute, und der nun in ihrem schönen reinen Bettlein schlafen sollte. Der König aber ward zornig und sprach „wer dir geholfen hat, als du in der Noth warst, den sollst du hernach nicht verachten.“ Da packte sie ihn mit zwei Fingern, trug ihn hinauf und setzte ihn in eine Ecke. Als sie aber im Bett lag, kam er gekrochen und sprach „ich bin müde, ich will schlafen so gut wie du: heb mich herauf, oder ich sags deinem Vater.“ Da ward sie erst bitterböse, holte ihn herauf und warf ihn aus allen Kräften wider die Wand, „nun wirst du Ruhe haben, du garstiger Frosch.“

Als er aber herab fiel, war er kein Frosch, sondern ein Königssohn mit schönen und freundlichen Augen. Der war nun nach ihres Vaters Willen ihr lieber Geselle und Gemahl. Da erzählte er ihr, er wäre von einer bösen Hexe verwünscht worden, und Niemand hätte ihn aus dem Brunnen erlösen können als sie allein, und morgen wollten sie zusammen in sein Reich gehen. Dann schliefen sie ein, und am andern Morgen, als die Sonne sie aufweckte, kam ein Wagen heran gefahren mit acht weißen Pferden bespannt, die hatten weiße Straußfedern auf dem Kopf, und giengen in goldenen Ketten, und hinten stand der Diener des jungen Königs, das war der treue Heinrich. Der treue Heinrich hatte sich so betrübt, als sein Herr war in einen Frosch verwandelt worden, daß er drei eiserne Bande hatte um sein Herz legen lassen, damit es ihm nicht vor Weh und Traurigkeit zerspränge. Der Wagen aber sollte den jungen König in sein Reich abholen; der treue Heinrich hob beide hinein, stellte sich wieder hinten auf und war voller Freude über die Erlösung. Und als sie ein Stück Wegs gefahren waren, hörte der Königssohn daß es hinter ihm krachte, als wäre etwas zerbrochen. Da drehte er sich um und rief

„Heinrich, der Wagen bricht.“
„Nein, Herr, der Wagen nicht,
es ist ein Band von meinem Herzen,
das da lag in großen Schmerzen,
als ihr in dem Brunnen saßt,
als ihr eine Fretsche (Frosch) wast (wart).“

Noch einmal und noch einmal krachte es auf dem Weg, und der Königssohn meinte immer der Wagen bräche, und es waren doch nur die Bande, die vom Herzen des treuen Heinrich absprangen, weil sein Herr erlöst und glücklich war.

O rei sapo ou Henrique de Ferro

As Verdadeiras Histórias · edição em português · 2026 · Português brasileiro · Edição em produção
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