AsVerdadeiras HistóriasOs contos originais, em nossa língua

KHM 195

O túmulo

Irmãos Grimm

Der Grabhügel

Sobre este conto

Um camponês rico, abalado ao reconhecer sua dureza e sua cobiça, dá grãos a um vizinho pobre em troca da promessa de que ele vigiará seu túmulo por três noites. Quando o rico morre pouco depois, o vizinho vai cumprir a palavra.

Personagens e estrutura
Personagens
Camponês rico e avarento, que faz uma doação antes de morrer e exige vigília sobre o túmulo., Vizinho pobre, com filhos famintos, que recebe os grãos e cumpre a promessa., Soldado dispensado do serviço, sem abrigo e sem medo, que acompanha a terceira vigília., Diabo que exige levar o morto e tenta subornar os vigias com ouro.
Onde se passa
A propriedade do camponês rico, a cabana do vizinho pobre e o cemitério, onde fica o túmulo vigiado.
Acontecimentos
  1. O rico reconhece sua falta de caridade e dá oito malters de grãos ao vizinho que pedira quatro emprestados.
  2. Ele exige três noites de vigília sobre seu túmulo e morre três dias depois.
  3. Na terceira noite de vigília, um soldado aceita fazer companhia ao camponês pobre.
  4. O diabo aparece à meia-noite e oferece ouro para que os dois abandonem o túmulo.
  5. O soldado exige uma bota cheia de ouro, corta a sola e a coloca junto de uma cova escondida pelo capim.
  6. O diabo traz sacos cada vez maiores, mas o ouro atravessa a bota; ao nascer do sol, ele foge.
Desfecho
A alma do morto é salva. O soldado manda dar aos pobres a parte do ouro que lhe cabe e decide morar na cabana do camponês, para viverem juntos com o restante, em paz e sossego, enquanto Deus quiser.

Certo dia, um camponês rico estava em seu terreiro, olhando os campos e os pomares. Os cereais cresciam vigorosos, e as árvores estavam carregadas de frutas. Os grãos do ano anterior ainda formavam montes tão grandes no sótão que as vigas mal conseguiam suportá-los. Depois ele foi ao estábulo, onde estavam os bois cevados, as vacas gordas e os cavalos de pelo reluzente. Por fim, voltou à sala e olhou os cofres de ferro em que guardava o dinheiro. Enquanto estava ali, contemplando sua riqueza, de repente ouviu fortes batidas. Mas não era à porta de sua sala que batiam, e sim à porta de seu coração. Ela se abriu, e ele ouviu uma voz que lhe dizia:

— Você fez algum bem aos seus com tudo isso? Olhou para a miséria dos pobres? Repartiu seu pão com os famintos? O que possuía lhe bastava, ou sempre quis mais?

O coração não demorou a responder:

— Fui duro e implacável e nunca fiz bem algum aos meus. Quando chegava um pobre, eu desviava os olhos. Não me preocupei com Deus, só pensei em aumentar minha riqueza. Mesmo que fosse meu tudo o que o céu cobre, ainda assim não me teria bastado.

Quando ouviu essa resposta, ele ficou muito assustado: os joelhos começaram a tremer, e teve de se sentar. Então tornaram a bater, mas desta vez à porta da sala. Era seu vizinho, um homem pobre com um bando de filhos, que já não conseguia alimentar. “Sei”, pensou o pobre, “que meu vizinho é rico, mas também é duro. Não acredito que vá me ajudar, mas meus filhos choram pedindo pão; por isso vou tentar.” Disse ao rico:

— O senhor não costuma dar facilmente nada do que é seu, mas estou como alguém com a água até a cabeça. Meus filhos passam fome; empreste-me quatro malters de grãos.

O rico olhou longamente para ele, e então o primeiro raio de sol da bondade começou a derreter uma gota do gelo da cobiça.

— Não vou lhe emprestar quatro malters — respondeu —, mas vou lhe dar oito de presente. Só que você terá de cumprir uma condição.

— O que devo fazer? — perguntou o pobre.

— Quando eu morrer, você deverá vigiar meu túmulo por três noites.

O camponês sentiu um mal-estar inquietante diante daquela proposta. Mas, na miséria em que se encontrava, teria aceitado qualquer coisa; por isso concordou e levou os grãos para casa.

Foi como se o rico tivesse previsto o que aconteceria: três dias depois, caiu de repente morto no chão. Ninguém soube ao certo como aquilo acontecera, mas ninguém chorou por ele. Depois do enterro, o pobre se lembrou de sua promessa. Bem que gostaria de estar livre dela, mas pensou: “Afinal, ele foi caridoso com você, e com os grãos dele você matou a fome dos seus filhos. E, mesmo que não fosse por isso, você deu sua palavra e tem de cumpri-la.” Ao cair da noite, foi ao cemitério e se sentou sobre o montículo do túmulo. Tudo estava quieto; apenas a lua brilhava sobre os túmulos, e de vez em quando uma coruja passava voando e soltava seus gritos lastimosos. Quando o sol nasceu, o pobre voltou para casa sem ter sofrido nenhum mal, e a segunda noite também transcorreu tranquilamente. Na tarde do terceiro dia, sentiu um medo especial, como se alguma coisa ainda estivesse por acontecer. Quando saiu, viu junto ao muro do cemitério um homem que nunca tinha visto. Já não era jovem, tinha cicatrizes no rosto, e seus olhos olhavam ao redor com atenção e ardor. Estava todo coberto por uma velha capa; só se viam umas grandes botas de montaria.

— O que o senhor procura aqui? — perguntou o camponês. — Não sente medo neste cemitério deserto?

— Não procuro nada — respondeu ele —, mas também não temo nada. Sou como o rapaz que saiu para aprender a sentir medo e se esforçou em vão; só que ele recebeu uma princesa por esposa e, com ela, grandes riquezas, enquanto eu sempre continuei pobre. Não passo de um soldado dispensado do serviço e quero passar a noite aqui, porque não tenho outro abrigo.

— Se o senhor não tem medo — disse o camponês —, fique comigo e me ajude a vigiar aquele túmulo.

— Montar guarda é trabalho de soldado — respondeu ele. — O que nos acontecer aqui, seja bom ou ruim, vamos enfrentar juntos.

O camponês lhe apertou a mão, e os dois se sentaram sobre o túmulo.

Tudo continuou quieto até a meia-noite. Então um assobio agudo cortou de repente o ar, e os dois vigias viram o Maligno em pessoa diante deles.

— Fora daqui, seus patifes! — gritou. — O que está neste túmulo é meu. Vim buscá-lo e, se vocês não forem embora, torço o pescoço dos dois.

— Senhor da pena vermelha — disse o soldado —, o senhor não é meu capitão, não tenho de lhe obedecer e ainda não aprendi a ter medo. Siga seu caminho; nós vamos continuar sentados aqui.

O diabo pensou: “O melhor jeito de apanhar esses dois maltrapilhos é com ouro.” Mudou para um tom mais brando e perguntou, todo amistoso, se não queriam aceitar uma bolsa de ouro e ir para casa com ela.

— Isso já soa bem — respondeu o soldado. — Mas uma bolsa de ouro não nos serve. Se quiser dar tanto ouro quanto caiba numa das minhas botas, então deixaremos o campo livre e iremos embora.

— Não tenho tanto comigo — disse o diabo —, mas vou buscar. Na cidade vizinha mora um cambista que é meu grande amigo; ele terá prazer em me adiantar essa quantia.

Assim que o diabo desapareceu, o soldado tirou a bota esquerda e disse:

— Vamos pregar uma peça nesse carvoeiro. Empreste-me sua faca, compadre.

Cortou a sola da bota e a colocou ao lado do montículo, no capim alto, à beira de uma cova meio tomada pela vegetação.

— Agora está tudo certo — disse. — O limpa-chaminés já pode vir.

Os dois se sentaram e esperaram. Não demorou muito, e o diabo chegou com um saquinho de ouro na mão.

— Vá despejando aqui — disse o soldado, levantando um pouco a bota. — Mas isso não vai bastar.

O diabo negro esvaziou o saquinho, o ouro atravessou a bota, e ela continuou vazia.

— Diabo burro! — gritou o soldado. — Não chega; eu não disse logo de início? Volte e traga mais.

O diabo sacudiu a cabeça, foi embora e voltou uma hora depois com um saco muito maior debaixo do braço.

— É só despejar — gritou o soldado. — Mas duvido que a bota fique cheia.

O ouro tilintava ao cair, e a bota continuava vazia. O próprio diabo espiou lá dentro com seus olhos incandescentes e se convenceu de que era verdade.

— O senhor tem umas panturrilhas de grossura descarada! — gritou, torcendo a boca.

— Acha que tenho pé de cavalo como o senhor? — respondeu o soldado. — Desde quando é tão avarento? Vá tratar de trazer mais ouro, ou nosso negócio não vai dar em nada.

O monstro tornou a ir embora. Dessa vez, demorou mais e, quando finalmente apareceu, vinha ofegante sob o peso de um saco que carregava no ombro. Despejou-o na bota, mas ela continuou sem se encher, como antes. Ele ficou furioso e quis arrancar a bota das mãos do soldado, mas naquele instante o primeiro raio do sol nascente despontou no céu, e o espírito maligno fugiu soltando altos gritos. A pobre alma estava salva.

O camponês queria repartir o ouro, mas o soldado disse:

— Dê aos pobres a parte que me cabe. Vou morar com você na sua cabana, e com o que restar viveremos juntos em paz e sossego, por quanto tempo Deus quiser.


Sobre esta edição

Obra
Der Grabhügel
Autoria original
Irmãos Grimm
Texto em português
Tradução do original
Edição publicada
1.0.0
Tradução
Codex · tradução assistida por IA
Revisão
Codex · revisão independente por IA
Produção
Bons Filhos Educação
Publicação
30/10/2026
Edições e fontes

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Der Grabhügel

Kinder- und Hausmärchen · 1857 · Alemão · 7. Große Ausgabe
Volume II. Página 439–443. Consultar esta edição ↗
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Fonte deste texto ↗

Ein reicher Bauer stand eines Tags in seinem Hof und schaute nach seinen Feldern und Gärten: das Korn wuchs kräftig heran und die Obstbäume hiengen voll Früchte. Das Getraide des vorigen Jahrs lag noch in so mächtigen Haufen auf dem Boden, daß es kaum die Balken tragen konnten. Dann gieng er in den Stall, da standen die gemästeten Ochsen, die fetten Kühe und die spiegelglatten Pferde. Endlich gieng er in seine Stube zurück und warf seine Blicke auf die eisernen Kasten, in welchen sein Geld lag. Als er so stand, und seinen Reichthum übersah, klopfte es auf einmal heftig bei ihm an. Es klopfte aber nicht an die Thüre seiner Stube, sondern an die Thüre seines Herzens. Sie that sich auf und er hörte eine Stimme, die zu ihm sprach „hast du den Deinigen damit wohl gethan? hast du die Noth der Armen angesehen? hast du mit den Hungrigen dein Brot getheilt? war dir genug was du besaßest oder hast du noch immer mehr verlangt?“ Das Herz zögerte nicht mit der Antwort „ich bin hart und unerbittlich gewesen und habe den Meinigen niemals etwas Gutes erzeigt. Ist ein Armer gekommen, so habe ich mein Auge weg gewendet. Ich habe mich um Gott nicht bekümmert, sondern nur an die Mehrung meines Reichthums gedacht. Wäre alles mein eigen gewesen, was der Himmel bedeckte, dennoch hätte ich nicht genug gehabt.“ Als er diese Antwort vernahm, erschrack er heftig: die Knie fiengen an ihm zu zittern und er mußte sich niedersetzen. Da klopfte es abermals an, aber es klopfte an die Thüre seiner Stube. Es war sein Nachbar, ein armer Mann, der ein Häufchen Kinder hatte, die er nicht mehr sättigen konnte. „Ich weiß,“ dachte der Arme, „mein Nachbar ist reich, aber er ist ebenso hart: ich glaube nicht daß er mir hilft, aber meine Kinder schreien nach Brot, da will ich es wagen.“ Er sprach zu dem Reichen „Ihr gebt nicht leicht etwas von dem eurigen weg, aber ich stehe da wie einer, dem das Wasser bis an den Kopf geht: meine Kinder hungern, leiht mir vier Malter Korn.“ Der Reiche sah ihn lange an, da begann der erste Sonnenstrahl der Milde einen Tropfen von dem Eis der Habsucht abzuschmelzen. „Vier Malter will ich dir nicht leihen,“ antwortete er, „sondern achte will ich dir schenken, aber eine Bedingung mußt du erfüllen.“ „Was soll ich thun?“ sprach der Arme. „Wenn ich todt bin, sollst du drei Nächte an meinem Grabe wachen.“ Dem Bauer ward bei dem Antrag unheimlich zu Muth, doch in der Noth, in der er sich befand, hätte er alles bewilligt: er sagte also zu und trug das Korn heim.

Es war, als hätte der Reiche vorausgesehen was geschehen würde, nach drei Tagen fiel er plötzlich todt zur Erde; man wußte nicht recht wie es zugegangen war, aber niemand trauerte um ihn. Als er bestattet war, fiel dem Armen sein Versprechen ein: gerne wäre er davon entbunden gewesen, aber er dachte „er hat sich gegen dich doch mildthätig erwiesen, du hast mit seinem Korn deine hungrigen Kinder gesättigt, und wäre das auch nicht, du hast einmal das Versprechen gegeben und mußt du es halten.“ Bei einbrechender Nacht gieng er auf den Kirchhof und setzte sich auf den Grabhügel. Es war alles still, nur der Mond schien über die Grabhügel und manchmal flog eine Eule vorbei und ließ ihre kläglichen Töne hören. Als die Sonne aufgieng, begab sich der Arme ungefährdet heim, und ebenso gieng die zweite Nacht ruhig vorüber. Den Abend des dritten Tages empfand er eine besondere Angst, es war ihm als stände noch etwas bevor. Als er hinaus kam, erblickte er an der Mauer des Kirchhofs einen Mann, den er noch nie gesehen hatte. Er war nicht mehr jung, hatte Narben im Gesicht und seine Augen blickten scharf und feurig umher. Er war ganz von einem alten Mantel bedeckt und nur große Reiterstiefeln waren sichtbar. „Was sucht ihr hier?“ redete ihn der Bauer an, „gruselt euch nicht auf dem einsamen Kirchhof?“ „Ich suche nichts,“ antwortete er, „aber ich fürchte auch nichts. Ich bin wie der Junge, der ausgieng das Gruseln zu lernen, und sich vergeblich bemühte, der aber bekam die Königstochter zur Frau und mit ihr große Reichthümer, und ich bin immer arm geblieben. Ich bin nichts als ein abgedankter Soldat und will hier die Nacht zubringen, weil ich sonst kein Obdach habe.“ „Wenn ihr keine Furcht habt,“ sprach der Bauer, „so bleibt bei mir und helft mir dort den Grabhügel bewachen.“ „Wacht halten ist Sache des Soldaten“ antwortete er, „was uns hier begegnet, Gutes oder Böses, das wollen wir gemeinschaftlich tragen.“ Der Bauer schlug ein und sie setzten sich zusammen auf das Grab.

Alles blieb still bis Mitternacht, da ertönte auf einmal ein schneidendes Pfeifen in der Luft, und die beiden Wächter erblickten den Bösen, der leibhaftig vor ihnen stand. „Fort, ihr Halunken,“ rief er ihnen zu, „der in dem Grab liegt, ist mein: ich will ihn holen, und wo ihr nicht weg geht, dreh ich euch die Hälse um.“ „Herr mit der rothen Feder,“ sprach der Soldat, „ihr seid mein Hauptmann nicht, ich brauch euch nicht zu gehorchen, und das Fürchten hab ich noch nicht gelernt. Geht eurer Wege, wir bleiben hier sitzen.“ Der Teufel dachte „mit Gold fängst du die zwei Haderlumpen am besten,“ zog gelindere Saiten auf und fragte ganz zutraulich ob sie nicht einen Beutel mit Gold annehmen und damit heim gehen wollten. „Das läßt sich hören,“ antwortete der Soldat, „aber mit Einem Beutel voll Gold ist uns nicht gedient: wenn ihr so viel Gold geben wollt als da in einen von meinen Stiefeln geht, so wollen wir Euch das Feld räumen und abziehen.“ „So viel habe ich nicht bei mir,“ sagte der Teufel, „aber ich will es holen: in der benachbarten Stadt wohnt ein Wechsler, der mein guter Freund ist, der streckt mir gerne so viel vor.“ Als der Teufel verschwunden war, zog der Soldat seinen linken Stiefel aus und sprach „dem Kohlenbrenner wollen wir schon eine Nase drehen: gebt mir nur euer Messer, Gevatter.“ Er schnitt von dem Stiefel die Sohle ab und stellte ihn neben den Hügel in das hohe Gras an den Rand einer halb überwachsenen Grube. „So ist alles gut“ sprach er, „nun kann der Schornsteinfeger kommen.“

Beide setzten sich und warteten, es dauerte nicht lange, so kam der Teufel und hatte ein Säckchen Gold in der Hand. „Schüttet es nur hinein,“ sprach der Soldat und hob den Stiefel ein wenig in die Höhe, „das wird aber nicht genug sein.“ Der Schwarze leerte das Säckchen, das Gold fiel durch und der Stiefel blieb leer. „Dummer Teufel,“ rief der Soldat, „es schickt nicht: habe ich es nicht gleich gesagt? kehrt nur wieder um und holt mehr.“ Der Teufel schüttelte den Kopf, gieng und kam nach einer Stunde mit einem viel größeren Sack unter dem Arm. „Nur eingefüllt,“ rief der Soldat, „aber ich zweifle, daß der Stiefel voll wird.“ Das Gold klingelte als es hinab fiel, und der Stiefel blieb leer. Der Teufel blickte mit seinen glühenden Augen selbst hinein und überzeugte sich von der Wahrheit. „Ihr habt unverschämt starke Waden“ rief er und verzog den Mund. „Meint ihr,“ erwiederte der Soldat, „ich hätte einen Pferdefuß wie ihr? seit wann seid ihr so knauserig? macht daß ihr mehr Gold herbeischafft, sonst wird aus unserm Handel nichts.“ Der Unhold trollte sich abermals fort. Diesmal blieb er länger aus, und als er endlich erschien, keuchte er unter der Last eines Sackes, der auf seiner Schulter lag. Er schüttete ihn in den Stiefel, der sich aber so wenig füllte als vorher. Er ward wüthend und wollte dem Soldat den Stiefel aus der Hand reißen, aber in dem Augenblick drang der erste Strahl der aufgehenden Sonne am Himmel herauf und der böse Geist entfloh mit lautem Geschrei. Die arme Seele war gerettet.

Der Bauer wollte das Gold theilen, aber der Soldat sprach „gib den Armen was mir zufällt: ich ziehe zu dir in deine Hütte und wir wollen mit dem übrigen in Ruhe und Frieden zusammen leben, so lange es Gott gefällt“.

O túmulo

As Verdadeiras Histórias · edição em português · 2026 · Português brasileiro · Edição em produção
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