SCH 019

A Reseda

Christoph von Schmid

Die Resede

Cerca de 1 min de leitura

— Mas por que a senhora mantém sempre esta pequena ervinha verde neste vasinho elegante aqui à janela? — perguntou a senhorita Blandine à mãe. — No nosso jardim floresce uma porção de flores; como foi que justamente esta plantinha insignificante conquistou tal privilégio sobre todas as outras plantas?

— É verdade — disse a mãe —, esta delicada planta, chamada reseda, não ostenta a púrpura da rosa, nem o branco brilho de cetim do lírio, nem o esplendor das variadas cores das tulipas; mas sua flor de aparência modesta, sem enfeites, tem um aroma tão suave e delicado que chega a superar o perfume da rosa; e ainda no fim do outono, e até mesmo no inverno, quando há muito todas as flores já murcharam, ela continua a encher o quarto com sua fragrância revigorante. A reseda é, por isso, uma imagem da virtude silenciosa e modesta, que é a única a ter verdadeiro valor e que ainda perdura quando toda a beleza há muito já murchou.

Não prezemos o brilho exterior,
Busquemos só a bondade interior.


Sobre esta edição

Obra
Die Resede
Autoria original
Christoph von Schmid
Texto em português
Tradução do original
Edição publicada
1.0.0
Tradução
Marcelo Castro Barbosa, assistido por IA
Produção
Bons Filhos Educação
Publicação
04/11/2026
Relevância no acervo · IRC 1,25

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Pesquisa em 04/11/2026 · Confiança baixa · Método 2.0 · Evidência limitada

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