SCH 019
A Reseda
Die Resede
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Texto do conto
— Mas por que a senhora mantém sempre esta pequena ervinha verde neste vasinho elegante aqui à janela? — perguntou a senhorita Blandine à mãe. — No nosso jardim floresce uma porção de flores; como foi que justamente esta plantinha insignificante conquistou tal privilégio sobre todas as outras plantas?
— É verdade — disse a mãe —, esta delicada planta, chamada reseda, não ostenta a púrpura da rosa, nem o branco brilho de cetim do lírio, nem o esplendor das variadas cores das tulipas; mas sua flor de aparência modesta, sem enfeites, tem um aroma tão suave e delicado que chega a superar o perfume da rosa; e ainda no fim do outono, e até mesmo no inverno, quando há muito todas as flores já murcharam, ela continua a encher o quarto com sua fragrância revigorante. A reseda é, por isso, uma imagem da virtude silenciosa e modesta, que é a única a ter verdadeiro valor e que ainda perdura quando toda a beleza há muito já murchou.
Não prezemos o brilho exterior,
Busquemos só a bondade interior.
Sobre esta edição
- Obra
- Die Resede
- Autoria original
- Christoph von Schmid
- Texto em português
- Tradução do original
- Edição publicada
- 1.0.0
- Tradução
- Marcelo Castro Barbosa, assistido por IA
- Produção
- Bons Filhos Educação
- Publicação
- 04/11/2026
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Pesquisa em 04/11/2026 · Confiança baixa · Método 2.0 · Evidência limitada
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